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AMORePOESIA|AMOR&POESIA_76 Episode
Neste podcast, trago as poesias de Antônio Kleber. O programa é todo dedicado ao poeta carioca autor dos livros "Quarenta Sonetos Sem Pecados" e "Tuna", ambos pela Editora ZEM do Rio de Janeiro. Antônio Kleber que tem, na minha opinião, como principal característica o total domínio dos recursos da língua e uma pena muito apaixonada, que nos fala de amores perdidos, de saudades... Sempre com muito sentimento.Descobri o poeta na internet. Então ele começou a enviar-me as suas poesias. Confesso que no princípio, senti-me um tanto quanto apreensivo em função do desafio que antevi para interpretar as suas poesias e expressar o sentimento nelas contido. Hoje, penso que foi um bom desafio. Sinto-me recompensado agora que publico este podcast.Apresento as poesias Cessa A Busca, Partidas, Coisas Antigas, Lembrança, Amor E Violência, Últimos Avisos, Partidas, Sofrimento, Vibrações, Sonho, Após O Olor Que Alenta, Uma Saída, Cultivo De Saudades, Agora É Tarde, Muito Tarde!, Murmúrio e Cereal Da Vida.Músicas:Lembra de Mim_ Emilio Santiago (Ivan Lins/vitor Martins), Titanic Symphony _ Richard Clayderman, O Chamado_ Marina Lima, Lara Croft_Tomb Raider Game Music, Serenade (Franz Schubert) _ Richard Clayderman, Why _ Annie Lennox, The Eyes Of Truth Is Always Watching You _ Enigma, Hovering Venus _ Psychetropic _ Magnatune, The Internal _ ABA STRUCTURE _ Magnatune, How Can You Mend A Broken Heart _ Bee Gees (Ao Vivo!) - Para matar saudades.OPERÁRIO-PRANTOSolto a vida no vagar da sortecomo a morte no trilhar do sonhoNo infinito do cantar sombriocolho o fruto do sofrer eternoDivagando no saber estranhoconhecendo a força do mistérioargamasso a construção do cantona canção que diz do amor sublimeMaldizendo o que recebo em trocanesse troço de trocar amoresvou seguindo o meu caminho ao largodebandando da tragédia amargaPrisioneiro deste pesadelovendo o sangue do operário-prantodesconheço a solução da forçapra rezar um terço de emoção---- Este é o grande poeta Antônio Kleber. Operário da poesia.Espero que você também goste. Um abraço deste que vos fala e escreve.Daniel Amaral.PS: O desenho acima foi feito dentro do comboio - que é como os portugueses chamam os trens - que faz a linha Lisboa/Sintra.A rapariga (moça de família) estava a dormir e tinha uma expressão imperdível. Os trens em Portugal são muito confortáveis e todos os usam. Decerto que nunca estão sujeitos a chicotadas, como os moradores da baixada fluminense. Uma cena que vi na tv. Aliás, cena muito lastimosa e triste.COMENTAR
[ Tue, 30 Jun 2009 05:52:21 PDT ]
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